No extraordinário do simples, há histórias que merecem ser contadas.

Sempre fui a filha, a amiga, a sobrinha que carregava uma câmera e registrava tudo. Cresci observando cenas que muitas vezes passavam despercebidos pelos outros.

Por vezes, tentei fugir da fotografia. Já cheguei a deixar a câmera de lado por vários anos para me dedicar a outros projetos, mas algo sempre me trouxe de volta.

A verdade é que eu tenho um desejo nato de sair capturando tudo por aí, com o meu olhar. De contar histórias através da minha perspectiva. E em quase tudo, eu vejo uma boa narrativa.

Atrás das câmeras vivo o mundo dos esportes, da culinária, do design. Da busca pela verdade, da busca pela beleza. Das conexões reais e verdadeiras. Das amizades. Dos sorrisos.

No que é simples, mora um universo de histórias que pedem para ser registradas. Vamos nessa?

Mulher com cabelo castanho encaracolado sentada à mesa em restaurante ao ar livre, com taças de vinho e alimentos na mesa, sob guarda-sóis brancos, com edifício antigo ao fundo.